Bonecas Metoo e Naninhas

Não imaginamos o quanto é saudável o seu bebê ter uma boneca ou uma naninha para dormir abraçadinho dando-lhes aconchego.
Eles trazem segurança para o bebê e segundo os médicos os objetos transicionais simbolizam a figura materna para a criança. Há uma inevitável associação com o colo e o aconchego. Segundo os especialistas, as naninhas não só representam aconchego, mas também ajudam o bebê a construir sua identidade.
Chegou a hora de dormir. Bebê deitado, fralda limpinha, ambiente tranquilo e aconchegante. Depois da historinha, a criança sonolenta parece calma e pronta para pegar no sono. Tudo perfeito, cama quentinha, luzes apagadas e… o bebê começa a chorar – sinal claro de que a noite está apenas começando!
Se essa cena lhe parece familiar, antes de se desesperar, saiba que seu filho pode estar inseguro, com medo de se separar da mãe. E uma das maneiras mais eficazes de lidar com essa fase de transição é dar a ele um amiguinho de pelúcia, um brinquedinho de tecido, um cobertorzinho macio, uma fraldinha de pano ou até um travesseirinho fofinho. São os chamados objetos transicionais, os quais simbolizam a figura materna para o seu bebê e ele acaba associando o colo e o aconchego. Esses objetos pode ser tanto um cobertor, uma boneca, um bichinho ou o que ele escolher, isso vai na mente deles, substituir a mãe.
Ele ajuda o bebê na difícil tarefa de construir sua identidade. São os primeiros estágios de uso da ilusão, uma transição que abre caminho para o desenvolvimento da criatividade e da capacidade de brincar, mas o ideal é eles usarem apenas na hora de dormir que é o momento que trás insegurança pois estarão sozinhas.
Não convém deixar a criança usar o objeto durante toda a infância. Com 2 anos de idade, a compreensão das situações fica mais clara para o bebê e é um bom momento para começar a retirar os objetos. “Eles perdem o sentido à medida que a criança desenvolve interesses culturais, como jogar, desenhar e fazer algum esporte”.
Para os psicólogos, os objetos devem ser encarados como algo saudável, mas seu uso prolongado – após os 2 anos de idade – pode representar uma dificuldade da criança em passar pelo processo de individualização. “Pode haver a fixação da criança pelo brinquedo”. Porém, isso não deve ser entendido como um vício semelhante ao que os adultos desenvolvem por outras “muletas”. “Não podemos comparar as crianças aos adultos. Podemos, ao contrário, entender o adulto com base em sua infância”, ela esclarece.
Com isso trabalhamos com as bonecas Metoo e diversos modelos de naninha, confiram no nosso site:
www.trendybaby.com.br

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